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O CONFLITO ISRAELO-PALESTINIANO OUTROS CONFLITOS BÉLICOS: REFUGIADOS, DIREITO INTERNACIONAL, CRIMES DE GUERRA

Maria Adelaide Neto de Mascarenhas Pacheco Doutorada em Filosofia Professora de Filosofia e Psicologia no ensino secundário, jubililada I ...

terça-feira, 19 de março de 2019

TRANSFORMATIONS IN ART AND AESTHTICS


Arnold Berleant

Professor (Emeritus) of Philosophy at Long Island University and Past President of the International Association of Aesthetics

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Les inégalités environnementales: Quelle égalité?




Catherine Larrère
Professeur émérite à l’Université de Paris I-Panthéon-Sorbonne. Spécialiste de philosophie morale et politique

Les inégalités environnementales existent elles? Elles sont largement ignorées par les économistes : la plupart des travaux consacrés aux inégalités ne prennent pas en compte leur dimension environnementale. On peut citer, de ce point de vue, le livre de Thomas Piketty qui a fait beaucoup pour attirer l'attention sur le développement des inégalités depuis la fin du siècle dernier, mais qui ne fait quasiment aucune allusion à l'environnement[1]. Du côté des écologistes, on  met plutôt l'accent sur les effets égalitaires des dégradations de l’environnement.  "La pénurie est hiérarchique, le smog est démocratique", écrivait Ulrich Beck, en 1986, dans La société du risque[2].  Il résumait ainsi ce qui faisait, selon lui,  la différence entre les sociétés de classe, structurées autour de l'opposition exclusive entre possédants et dépossédés, et la société du risque où ceux qui sont responsables de la menace y sont également exposés. La globalisation du danger unifierait les victimes dans une communauté de destin.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

O património do falar




           

José d' Encarnação


Professor Catedrático, desde 1991, na Universidade de Coimbra onde ingressou como docente em 1976. Está aposentado desde Julho de 2007. Membro do Centro de Estudos Arqueológicos das Universidades de Coimbra e Porto.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

DAS PEDRAS AO PENSAMENTO


Por Galopim de Carvalho
Professor catedrático jubilado da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Geologia e Sedimentologia. Foi diretor do Museu Nacional de História Natural

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

O pensamento político de Xi Jinping para uma Nova Era do Socialismo com caraterísticas chinesas E para a paz e o desenvolvimento comum da Humanidade


Comunicação apresentada à Conferência realizada em Lisboa (Palácio da Ajuda), a 26 de novembro de 2018, sobre a obra teórica de XI Jinping, organizada pelo  Gabinete de Informação do Conselho de Estado da China, a Embaixada da República Popular da China em Portugal e o Grupo da Publicação Internacional da China. Presidida pelo vice-ministro do Departamento de Comunicação do CC do PCCh. Wang Xiaohui, tev a presença do embaixador Cai Run, dos representantes da Liga de Amizade com a China, Instituto Confúcio da Universidade de Lisboa, da Câmara de Cooperação e Desenvolvimento Portugal-China_CCDPCh, entre outros

António dos Santos Queirós, professor e investigador,
Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa,
Secretário-Geral da Câmara de Comunicação e Desenvolvimento Portugal-China_ CCDPCh

习近平新时代中国特色社会主义思想 迈向人类的共同和平与发展



葡萄牙-中国合作发展协会总秘书长

sábado, 13 de outubro de 2018

La question de l’écologie ou La querelle des naturalismes


par Catherine Larrère
Professeur émérite à l’Université de Paris I-Panthéon-Sorbonne. Spécialiste de philosophie morale et politique
En 1973, Georges Canguilhem prononçait une conférence intitulée « la question de l’écologie »[1]. Pour parler d’un sujet qui, à cette époque, commençait à attirer l’attention mais était encore assez peu traité, il trouvait ses références dans les réflexions du Club de Rome, dont le fameux rapport Meadows, Les limites de la croissance[2] était paru l’année d’avant. Il s’intéressait également au mouvement écologique en train de se constituer en France, autour de l’hebdomadaire Le Sauvage et des articles d’André Gorz, notamment[3]. Le point de départ de sa réflexion était donc l’ambiguïté du terme écologie, qui désigne à la fois une discipline scientifique (l’étude des relations des organismes et de leur milieu) et un courant idéologique, qui mobilise politiquement autour des questions d’environnement (pollutions, déchets, épuisement des ressources…). Le souci de Canguilhem était alors de distinguer entre les « propositions de caractère scientifique, sur lesquelles on peut s’appuyer » (la détermination des limites de nos actions techniques et économiques dans le milieu naturel : on ne pouvait poursuivre une croissance illimitée sur une Terre limitée), et les thèses idéologiques à finalité politique. De ce point de vue, il renvoyait dos à dos technophobes -qui annoncaient déjà la catastrophe imminente, et technophiles -qui contestaient la fatalité de l’échéance et se reposaient sur leur optimisme technologique (on trouvera toujours une solution technique à des problèmes techniques). Canguilhem articulait ainsi deux critiques : le rejet du naturalisme, d’une part, la mise en cause de la conception dominante des rapports entre science et technique, d’autre part.

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

The Subversion of Beauty



Arnold Berleant

Professor (Emeritus) of Philosophy at Long Island University and Past President of the International Association of Aesthetics
Epigraph
In due time, the theory of aesthetics will have to account not only for the delight in Kantian beauty and the sublime, but for the phenomena like aesthetic violence and the aestheticization of violence, of aesthetic abuse and intrusion, the blunting of sensibility, its perversion, and its poisoning.
Katya Mandoki, Everyday Aesthetics: Prosaics, the Plan of Culture, and Social Identities (2007).

domingo, 30 de setembro de 2018

O QUE VÃO DIZER DE NÓS NO FUTURO


 Viriato Soromenho-Marques
Professor catedrático de Filosofia  na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa*



O debate sobre as alterações climáticas está politicamente contaminado num sentido diverso daquele que é muitas vezes apregoado nos meios de comunicação social e nas redes informais. Não se trata apenas das conhecidas campanhas de desinformação e “fake news” financiadas por sectores económicos ligados à exploração de carvão, petróleo e outros combustíveis fósseis, tentando denegrir os resultados da pesquisa científica, e a honorabilidade dos próprios cientistas. O problema é mais fundo, residindo no próprio desenho da principal organização responsável pela produção de relatórios globais; o Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC), que reúne no âmbito da Organização Meteorológica Mundial, o mesmo é dizer, das Nações Unidas. 

AUMENTO DE SALÁRIO MÍNIMO SIM, SEM REFORMA FISCAL NÃO


Por José Veludo

Mestre em Relações de Trabalho, Desigualdades Sociais e Sindicalismo


Os que se dizem defensores dos trabalhadores, mais não fazem do que pugnar por medidas que os iriam prejudicar, a nossa dúvida prende-se apenas em saber, se o fazem por estupidez ou se o fanatismo ideológico não os deixa passar do mundo que existia, na primeira metade do século XX.

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

O NOSSO MINOTAURO VERDE



 Viriato Soromenho-Marques
Professor catedrático de Filosofia  na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa*


Numa entrevista recente ao Expresso (30 06 2018), o arquitecto Eduardo Souto Moura interrogado sobre a tragédia do incêndio florestal de 17 de Junho de 2017, respondeu: “A natureza encarrega-se de destruir o que não interessa (…) há uma fotografia aérea do terreno de uma dinamarquesa. É um quadrado verde. Ela plantou carvalhos. O resto é tudo eucaliptos a arder (…) Falhou e ardeu tudo, excepto o quadrado [com carvalhos] da senhora nórdica…”. 

sábado, 18 de agosto de 2018

UMA TASQUINHA QUE É PATRIMÓNIO




Vítor Serrão

Professor Catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde dirige o Instituto de História da Arte e a revista Artis e a Rede Temática de Estudos em Azulejaria e Cerâmica João Miguel dos Santos Simões (RTEACJMSS).


O Mosteiro de Santa Clara-a-Velha em Coimbra, fundado para freiras clarissas em 1286, junto ao leito do Mondego, e muito enriquecido por legados da Rainha Santa Isabel, é um dos mais emblemáticos monumentos góticos nacionais. Vítima de cíclicas cheias, as freiras mudaram-se no século XVII para um novo mosteiro, mas este persistiu, dignamente, no seu poiso secular, hoje revalorizado por óptima intervenção museológica.

O altar familiar


José d' Encarnação

Professor Catedrático, desde 1991, na Universidade de Coimbra onde ingressou como docente em 1976. Está aposentado desde Julho de 2007. Membro do Centro de Estudos Arqueológicos das Universidades de Coimbra e Porto.
            Não será invulgar, em casa de família, a existência de um recanto mais íntimo para as imagens de devoção. Um pequeno oratório aonde, de vez em quando, um membro da comunidade familiar se desloca para uma prece ou, até, para acender uma vela, em ocasiões de maior sentimento religioso.

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

De milieu humain en anthropocène, sans retour ?



par Augustin BERQUE
berque@ehess.fr
Directeur d’études en retraite à l’École des hautes études en sciences sociales (Paris)

Résumé – Alors que l’environnement est universel – le même pour tous –, le milieu est singulier, que ce soit à l’échelle de l’espèce ou à celle des organismes ; et, dans le cas de l’humain, que ce soit à l’échelle des personnes comme à celle  des cultures : un même donné environnemental pourra être perçu et utilisé de manières très différentes par des sociétés différentes, et dans un même environnement, deux personnes pourront vivre dans deux milieux très différents. Ouvrant des perspectives nouvelles sur la nature et sur l’existence humaine, la découverte de cette spécificité des milieux, dans la première moitié du XXe siècle, a semé le grain d’une révolution dans  les sciences de la nature comme dans les humanités.

AINDA A DEGRADAÇÃO DO ENSINO EM PORTUGAL


Por Galopim de Carvalho
Professor catedrático jubilado da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Geologia e Sedimentologia. Foi diretor do Museu Nacional de História Natural

Começo por dizer que não estou só nesta afirmação. Há pouco mais de um ano, o Primeiro Ministro António Costa, na cerimónia de entrega do Prémio Manuel António da Mota, no Palácio da Bolsa, no Porto, disse, preto no branco: “De uma vez por todas, o país tem de compreender que o maior défice que temos não é o das finanças. O maior défice que temos é o défice que acumulámos de ignorância, de desconhecimento, de ausência de educação, de ausência de formação e de ausência de preparação”. 

segunda-feira, 16 de julho de 2018

APOCALIPSES CULTURAIS




Vítor Serrão

Professor Catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde dirige o Instituto de História da Arte e a revista Artis e a Rede Temática de Estudos em Azulejaria e Cerâmica João Miguel dos Santos Simões (RTEACJMSS).

O mágico simbolismo de uma árula conimbricense



José d' Encarnação

Professor Catedrático, desde 1991, na Universidade de Coimbra onde ingressou como docente em 1976. Está aposentado desde Julho de 2007. Membro do Centro de Estudos Arqueológicos das Universidades de Coimbra e Porto.

domingo, 22 de abril de 2018

Uma nova política democrática e de transição ecológica para o mundo rural e a reforma da PAC



António dos Santos Queirós
Professor e Investigador
Diagnóstico
Analisemos a situação específica do mundo rural português, depreciado e deformado pelo conceito incaraterístico de “interior”, respondendo à pergunta: O que caracteriza hoje o desenvolvimento desigual da economia nos campos de Portugal?
_ Um setor empresarial na agricultura, agropecuária e exploração florestal industrializados, apoiado financeiramente pela PAC_ Política Agrícola Comum e por outros fundos comunitários e orientado para a exportação.
_ Um setor cooperativo e de agricultura familiar empobrecido e em crise.