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O CONFLITO ISRAELO-PALESTINIANO OUTROS CONFLITOS BÉLICOS: REFUGIADOS, DIREITO INTERNACIONAL, CRIMES DE GUERRA

Maria Adelaide Neto de Mascarenhas Pacheco Doutorada em Filosofia Professora de Filosofia e Psicologia no ensino secundário, jubililada I ...

sábado, 28 de agosto de 2021

A riqueza da língua portuguesa

 


José d' Encarnação

Professor Catedrático, desde 1991, na Universidade de Coimbra onde ingressou como docente em 1976. Está aposentado desde Julho de 2007. Membro do Centro de Estudos de Arqueologia, Artes e Ciências do Património  

    A riqueza da língua portuguesa – em comparação, então, com a pobreza, mais do que franciscana, do inglês – deve ser posta em realce.

UMA REFLEXÃO EM TORNO DO AFECTO

 

Por Galopim de Carvalho 

Professor catedrático jubilado da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Geologia e Sedimentologia. Foi diretor do Museu Nacional de História Natural

O afecto, palavra que fomos buscar ao latim “affectus”, afigura-se-me como um sentimento marcado por uma natural, espontânea e notada dose de ternura na relação com o outro, que tanto pode ser uma pessoa, um animal ou, mesmo, um objecto.

quinta-feira, 22 de julho de 2021

OS LOTEADORES DE FUTURO


                                                                                                            Viriato Soromenho-Marques
                   Professor catedrático de Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

Uma das características da encarniçada globalização neoliberal que continua a preponderar no mundo, foi a progressiva submissão dos governos à lógica dos mercados. No caso português, a entrada na Comunidade Europeia, e depois na Zona Euro, transformou a política numa actividade mecânica, despida da responsabilidade pela liberdade e pelo risco que sempre acompanham as decisões tomadas com sentido estratégico. A política que prevalece, reduz-se a seguir o livro de instruções que nos é ditado por quem manda, por mais absurdas que sejam as regras e as ordens daí decorrentes.

sexta-feira, 16 de julho de 2021

A loucura dos estrangeirismos

José d' Encarnação

Professor Catedrático, desde 1991, na Universidade de Coimbra onde ingressou como docente em 1976. Está aposentado desde Julho de 2007. Membro do Centro de Estudos de Arqueologia, Artes e Ciências do Património

quarta-feira, 19 de agosto de 2020

Pegadas de dinossáurio de Pego Longo ao abandono

Por Galopim de Carvalho 

Professor catedrático jubilado da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Geologia e Sedimentologia. Foi diretor do Museu Nacional de História Natural

sábado, 11 de julho de 2020

Literatura e Ambiente A Contribuição dos Poetas e Prosadores Portugueses para a Génese da Moderna Consciência Ambientalista. Introdução


António dos Santos Queirós
Professor e Investigador, CFUL. Universidade de Lisboa


Nota Introdutória

Na altura em que a causa ambiental volta a mobilizar a nova geração de jovens europeus, este livro ganha maior relevância e utilidade, sobretudo para os educadores e os novos líderes ambientalistas, incluindo essa juventude.

Ele procura revelar e demonstrar que as sementes da moderna consciência ambientalista brotaram também nesta finisterra, que é Portugal e, de forma premonitória, ao longo dos últimos três séculos enfrentando ventos políticos adversos, alcançaram a Espanha, a Europa e o Mundo.

Os escritores portugueses integraram nas suas obras os princípios éticos e morais, as bases científicas, onde se fundamentam a filosofia do ambiente e as suas éticas e se apontam os caminhos para enfrentar e superar a crise ambiental.

terça-feira, 30 de junho de 2020

AS CRISES AMBIENTAIS QUE AMEAÇAM A HUMANIDADE EXIGEM, EM EMERGÊNCIA[1], UMA RESPOSTA ADEQUADA DO SISTEMA EDUCATIVO


Por António Santos Veloso
Fundador e Diretor do ex- IDARC_Instituto para o Desenvolvimento Agrário da Região Centro
E  ex-administrador do Programa do Mondego (CCDRC), do Conselho Fiscal da BRISA 
Antigo presidente do FFH_ Fundo de Fomento da Habitação
Engenheiro, membro do Conselho Científico-Pedagógico do Cefop.Conimbriga

Os grandes homens morreram porquê?

Carlos de Matos Gomes
Militar na reserva, historiador e romancista (Carlos Vale Ferraz, pseudónimo)

A pandemia da economia viral


Viriato Soromenho-Marques
Professor catedrático de Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa*

quinta-feira, 2 de abril de 2020

Temos de parar para pensar


Por Galopim de Carvalho
Professor catedrático jubilado da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Geologia e Sedimentologia. Foi diretor do Museu Nacional de História Natural
   

terça-feira, 19 de março de 2019

TRANSFORMATIONS IN ART AND AESTHTICS


Arnold Berleant

Professor (Emeritus) of Philosophy at Long Island University and Past President of the International Association of Aesthetics

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Les inégalités environnementales: Quelle égalité?




Catherine Larrère
Professeur émérite à l’Université de Paris I-Panthéon-Sorbonne. Spécialiste de philosophie morale et politique

Les inégalités environnementales existent elles? Elles sont largement ignorées par les économistes : la plupart des travaux consacrés aux inégalités ne prennent pas en compte leur dimension environnementale. On peut citer, de ce point de vue, le livre de Thomas Piketty qui a fait beaucoup pour attirer l'attention sur le développement des inégalités depuis la fin du siècle dernier, mais qui ne fait quasiment aucune allusion à l'environnement[1]. Du côté des écologistes, on  met plutôt l'accent sur les effets égalitaires des dégradations de l’environnement.  "La pénurie est hiérarchique, le smog est démocratique", écrivait Ulrich Beck, en 1986, dans La société du risque[2].  Il résumait ainsi ce qui faisait, selon lui,  la différence entre les sociétés de classe, structurées autour de l'opposition exclusive entre possédants et dépossédés, et la société du risque où ceux qui sont responsables de la menace y sont également exposés. La globalisation du danger unifierait les victimes dans une communauté de destin.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

O património do falar




           

José d' Encarnação


Professor Catedrático, desde 1991, na Universidade de Coimbra onde ingressou como docente em 1976. Está aposentado desde Julho de 2007. Membro do Centro de Estudos Arqueológicos das Universidades de Coimbra e Porto.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

DAS PEDRAS AO PENSAMENTO


Por Galopim de Carvalho
Professor catedrático jubilado da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Geologia e Sedimentologia. Foi diretor do Museu Nacional de História Natural

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

O pensamento político de Xi Jinping para uma Nova Era do Socialismo com caraterísticas chinesas E para a paz e o desenvolvimento comum da Humanidade


Comunicação apresentada à Conferência realizada em Lisboa (Palácio da Ajuda), a 26 de novembro de 2018, sobre a obra teórica de XI Jinping, organizada pelo  Gabinete de Informação do Conselho de Estado da China, a Embaixada da República Popular da China em Portugal e o Grupo da Publicação Internacional da China. Presidida pelo vice-ministro do Departamento de Comunicação do CC do PCCh. Wang Xiaohui, tev a presença do embaixador Cai Run, dos representantes da Liga de Amizade com a China, Instituto Confúcio da Universidade de Lisboa, da Câmara de Cooperação e Desenvolvimento Portugal-China_CCDPCh, entre outros

António dos Santos Queirós, professor e investigador,
Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa,
Secretário-Geral da Câmara de Comunicação e Desenvolvimento Portugal-China_ CCDPCh

习近平新时代中国特色社会主义思想 迈向人类的共同和平与发展



葡萄牙-中国合作发展协会总秘书长

sábado, 13 de outubro de 2018

La question de l’écologie ou La querelle des naturalismes


par Catherine Larrère
Professeur émérite à l’Université de Paris I-Panthéon-Sorbonne. Spécialiste de philosophie morale et politique
En 1973, Georges Canguilhem prononçait une conférence intitulée « la question de l’écologie »[1]. Pour parler d’un sujet qui, à cette époque, commençait à attirer l’attention mais était encore assez peu traité, il trouvait ses références dans les réflexions du Club de Rome, dont le fameux rapport Meadows, Les limites de la croissance[2] était paru l’année d’avant. Il s’intéressait également au mouvement écologique en train de se constituer en France, autour de l’hebdomadaire Le Sauvage et des articles d’André Gorz, notamment[3]. Le point de départ de sa réflexion était donc l’ambiguïté du terme écologie, qui désigne à la fois une discipline scientifique (l’étude des relations des organismes et de leur milieu) et un courant idéologique, qui mobilise politiquement autour des questions d’environnement (pollutions, déchets, épuisement des ressources…). Le souci de Canguilhem était alors de distinguer entre les « propositions de caractère scientifique, sur lesquelles on peut s’appuyer » (la détermination des limites de nos actions techniques et économiques dans le milieu naturel : on ne pouvait poursuivre une croissance illimitée sur une Terre limitée), et les thèses idéologiques à finalité politique. De ce point de vue, il renvoyait dos à dos technophobes -qui annoncaient déjà la catastrophe imminente, et technophiles -qui contestaient la fatalité de l’échéance et se reposaient sur leur optimisme technologique (on trouvera toujours une solution technique à des problèmes techniques). Canguilhem articulait ainsi deux critiques : le rejet du naturalisme, d’une part, la mise en cause de la conception dominante des rapports entre science et technique, d’autre part.

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

The Subversion of Beauty



Arnold Berleant

Professor (Emeritus) of Philosophy at Long Island University and Past President of the International Association of Aesthetics
Epigraph
In due time, the theory of aesthetics will have to account not only for the delight in Kantian beauty and the sublime, but for the phenomena like aesthetic violence and the aestheticization of violence, of aesthetic abuse and intrusion, the blunting of sensibility, its perversion, and its poisoning.
Katya Mandoki, Everyday Aesthetics: Prosaics, the Plan of Culture, and Social Identities (2007).